Tecnologia no auxilio do processo de alfabetização e comunicação de crianças autistas.
Por (Julia Cutti,1922529, Flavia Eguiluz Barreneche,1953166,Tani Basso, 218828 )
Polo Uninter – Uruguaiana
Data (13/09/2017)
Fonte: Divulgação/Internet
Na escola Pablo E. Bermudes, a direção junto com a professora pedagoga Priscila que esta se especializando em psicopedagoga, busca recursos de tecnologia para implantar na escola, a pedagoga entusiasmada conta que quer organiza uma sala de aula de inclusão para ajudar na alfabetização dos alunos portadores de deficiências.
A Pedagoga Priscila expõe que a aluna Claudia tem 6 anos e é portadora do TEA (Transtorno do Espectro Autista) e tem como característica a dificuldade na comunicação; interação social; no desenvolvimento e compreensão. A professora Priscila foi pesquisando tecnologias e descobriu o aplicativo ABC Autismo que é voltado para a deficiência de Claudia. Esse aplicativo se baseia no programa do TEACCH (Treatament and Education of Autista and related Comunication handicapped Children - Tratamento e Educação para Autistas e crianças com déficits relacionados a comunicação) criado em 1964 na Universidade da Carolina do Norte.O aplicativo pode ser utilizado por professores ensino fundamental , psicólogos, terapeutas para avaliar crianças autistas na faixa etária dos 4 aos 10 anos, auxilia no processo de aprendizagem por meio de divertidas atividades. Priscila utiliza esse aplicativo em um dia da semana que tem aula de tecnologia inclusiva.
Os alunos autistas estão sendo diariamente recebidos na escola e torna-se de extrema importância viabilizar estratégias que reforcem o seu aprendizado, ampliando conhecimentos, potencialidades e novas habilidades a fim de torná-los cada vez mais autônomos e capazes.
A Pedagoga Priscila iniciou o trabalho com Claudia, ela começou o 1° nível que esta ajudando na concentração, nessa parte são dez atividades começando com uma figura na tela e assim aumentando cada etapa da fase para Cláudia esta sendo ótimo.
Na quarta semana de aula com aplicativo, Claudia já estava no 2° nível que continuava transpondo figuras de desenho geométricas e gravuras diversas.
No 3° nível na quinta semana a professora Priscila mostra para Cláudia que deve transpor a imagem com as mesmas cores, e fala que no inicio a aluna tem-se uma dificuldade, mas logo na sexta tarefa a menina já começa a entender, tendo mais atenção nas figuras por conta das cores dos desenhos transpostos para concluir a etapa da atividade e seguir em frente no aplicativo, e assim concluindo este nível.
A pedagoga inicia o 4° ultimo nível, que se inicia transpondo vogais, que Claudia transpôs sem dificuldade passando de tarefa que são vogais e consoantes, a aluna começa a montar palavras com as silabas transpondo elas para seus quadrinhos abaixo do desenho que ajuda na indicação da palavra e assim concluindo todas as etapas do processo do aplicativo com sucesso e a menina feliz com o aplicativo.
A pedagoga afirma que interagindo com a aluna Claudia percebe que ela a cada dia melhora o seu raciocínio, ela é uma criança tranqüila não tem dificuldade de interagir com professor e colegas. Claudia progrediu muito em sala de aula e a cada dia surpreende, faz atividades iguais as dos outros alunos, a menina tinha dificuldade na coordenação, mas com a fisioterapia hoje já esta conseguindo segurar o lápis para escrever. Assim com ajuda da Priscila e outras professores dedicados Claudia conseguira concluir sua alfabetização.
O aluno seja qual deficiência tiver não pode ser limitado na educação por seu diagnóstico de saúde, mas sim ser estimulado através de ações dos pais, professores buscarem informações e tecnologias a desenvolver mais conhecimentos e entendimentos.


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